domingo, 28 de dezembro de 2008

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Sempre tive a desconfiança
de que o Bob era gay


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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

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Mulher melancia



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Bichinho doidão

Esse andou fumando um cigarrinho do capeta
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

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Um desses vai resolver
o seu problema

Enviado por Assem Neto

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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

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30 dicas para escrever bem
Autor: Professor João Pedro da UNICAMP

1. Deve evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.

2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.

3. Anule aliterações altamente abusivas.

4. não esqueça as maiúsculas no início das frases.

5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.

6. O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário.

7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
8. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, sacou??... então valeu!

9. Palavras de baixo calão, porra, podem transformar o seu texto numa merda.

10. Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.

11. Evite repetir a mesma palavra pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.

12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: "Quem cita os outros não tem idéias próprias".

13. Frases incompletas podem causar

14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma idéia várias vezes.

15. Seja mais ou menos específico.

16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!

17. A voz passiva deve ser evitada.

18. Utilize a pontuação corretamente o ponto e a vírgula pois a frase poderá ficar sem sentido especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação

19. Quem precisa de perguntas retóricas?

20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.

21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.

22. Evite mesóclises. Repita comigo: "mesóclises: evitá-las-ei!"

23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.

24. Não abuse das exclamações! Nunca!!! O seu texto fica horrível!!!!!

25. Evite frases exageradamente longas pois estas dificultam a compreensão da idéia nelas contida e, por conterem mais que uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.

26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúa portuguêza.

27. Seja incisivo e coerente, ou não.

28. Não fique escrevendo (nem falando) no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade, com certeza você vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo. E como você vai estar lendo este texto, tenho certeza que você vai estar prestando atenção e vai estar repassando aos seus amigos, que vão estar entendendo e vão estar pensando em não estar falando desta maneira irritante.

29. Outra barbaridade que tu deves evitar chê, é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, carajo!... nada de mandar esse trem... vixi... entendeu bichinho?

30. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá agüentar já que é insuportável o mesmo final escutar.


Enviado por Regis Paiva
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AS DIFERENÇAS DA FESTA DO
RICO E DA FESTA DO POBRE!


A Comida
Rico: Normalmente eles não comem, quando comem é um pouquinho de cada coisa. Arroz com brócolis ou açafrão, farofa com frutas, filé de cordeiro, picanha argentina, muzzarella de búfala. Sendo que cada coisa a seu tempo e, pausadamente.
Pobre: Vinagrete, farofa com muita cebola, maionese, muita asa de frango, ‘xauxixão’, lingüiça com pão, costela e a tradicional bola da pá (que eles juram ser mais macia que a picanha!).

A Bebida
Rico: Os homens, Chopp, Cerveja Bohemia ou Heineken geladíssima. As mulheres, ice, tônica Schweppes Citrus ou Envian, e Coca-Cola Light ou Zero.
Pobre: Cerveja Schin ou Kaiser, geladas no tanque de lavar roupa cheio de gelo. Quem fica tonto mais rápido, bebe, intercalado, água da torneira. Muita caipirinha com Caninha da Roça, Baré Cola e Guaraná Sarandi.

O Prato
Rico: Normalmente beliscam uma picanha servida num enorme prato branco liso de porcelana, taças adequadas a cada tipo de bebida: água, chopp, refrigerante.
Pobre: Os tradicionais pratinhos de alumínio ou papelão, eles ficam o tempo todo de olho na fila esperando diminuir. As bebidas são servidas em copinhos plásticos de 200ml. (compra-se a quantidade exata do número de convidados) ou servem naqueles de requeijão ou geléia para os convidados mais chegados: familiares, algum cabo da PM, Corpo de Bombeiros, Escrivão da Polícia, etc.(OS VIPS)

A Música
Rico: Jack Johnson, Maria Rita, música instrumental, Lounge Music e Jazz. Pode ser que contratem um grupo que toca chorinho, mas com músicos formados pela escola de Música da UFRGS.
Rico: Aquele pagodão de pingar suor, Zeca Pagodinho, Jorge Aragão e Revelação. Só CD’s piratas (4 por 10,00) mídia azul. Não pode faltar o de Samba Enredo do ano. O importante é tirar a galera do chão, depois de umas 2 horas de churrasco, todos já estão dançando, independente das idades ou credos. Também rola uma batucada improvisada com panelas, tampas ou qualquer objeto disponível que emita um som (cantam de Almir Guineto à Alcione). A mulherada tira a sandália, porque não está acostumada, e bota a poeira pra subir com sua toalinha branca encardida de tanto suor e com o conjuntinho de laycra ou jersey florido para ficar mas a vontade.

O Churrasqueiro
Rico: Contratado de uma churrascaria famosa. Trabalha com um uniforme impecável e traz consigo toda equipe necessária para atender todos os convidados.
Pobre: Amigo de um conhecido que adora fazer churrasco, e cada hora um fica um pouquinho pra revezar. Normalmente é um cara barrigudo que fica suando com uma toalhinha na mão (ele usa para enxugar o suor, limpar as mãos e o que mais precisar!). Adora ficar jogando cerveja na brasa para mostrar fartura!

O Local
Rico: Área coberta com piso de granito, tem mesinhas, ombrelones e bancos da Indonésia, num lindo jardim com piscina, mas ninguém se anima dar um mergulho.
Pobre: Normalmente na laje, com sol quente na cabeça ou chuva para acalmar o fogo (então é improvisada uma lona de caminhão como cobertura, mas só para proteger a churrasqueira), cadeiras só para quem chegar mais cedo (esses cedem o lugar para as grávidas que sempre chegam às pencas), os demais ficam em pé, esbarrando uns nos outros e pisando no seu pé, mas não tem problema porque a maioria tá descalça. Sem esquecer o tradicional banho de chuveiro, onde os bêbados começam com a brincadeira de querer molhar todo mundo.
E as mulheres gritando sai daí Giscleyson, vai se machucar!; vem pra cá Uóchitu já tem farofa de linguiça meu filho, vem logo, antes que seus primos venham e terminem tudo; Dayany pega teu irmão e leva lá pra drento e limpa a boca dele de Biscoito maizena, a boca chega a tá branca nos cantos; Cryslaine limpa o nariz do teu irmão que tá verde de tanto catarro; Cristyan Jeferson tem asa de galinha meu filho aproveita, Krystóferson vem comer carne meu filho, ta sangrando, Mayquol Djéquyson para de correr meu filho e chama sua irmã para vir comer.

O Final
Rico: Em no máximo 4 horas, cada pessoa sai em seu próprio carro. Mas saem em momentos diferentes, para que o dono do churrasco possa fazer os agradecimentos a cada um com atenção.
Pobre: Dura no mínimo 8 horas e depois que todos já estão bêbados, o dono da casa diz que tem que trabalhar cedo no dia seguinte, mas o pessoal ainda quer fazer vaquinha para comprar mais uma caixa de cerveja. Quem não tem carro pede carona ou vai de buzão mesmo. (isso sem falar nos que precisam curar o porre, estabacados no sofá ou no tapete, antes de pensar em ir embora!). O pessoal que tem carro, liga o som bem alto (pagode claro!) e sai buzinando, sorrindo e gritando: Valeu maluco! Amanhã tô aí pro enterro dos ossos!!

Dica do Pilândia
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Pradonde foi a velha casa verde dos Mansour?
Beneilton Damasceno *


Dois jornais da cidade - entre eles o Página 20 - anunciaram semanas atrás que um conhecido grã-fino de Rio Branco havia comprado o terreno em cuja casa morou por décadas uma das mais tradicionais e influentes famílias do Acre. O imóvel, localizado na esquina da Quintino Bocaiúva com a Avenida Ceará, no coração da capital, abrigou nada menos que o saudoso professor Elias Mansour Simão Filho, talvez o maior incentivador da cultura nativa em todos os tempos.

Passei lá para conferir a notícia. E fiquei comovido. Da casa verde de duas águas, toda construída em madeira, não restou um mísero pedaço de telha. Mandaram implodir tudo, na base da marreta e do pé-de-cabra. “Dizque” no local vai ser erguido um portentoso edifício, no estilo “Barão da Torre”, coisa de deixar gringo morrendo de inveja.

Pois podem construir ali até a réplica das Torres Gêmeas que não vai me impressionar. A mansão dos Mansour, agora caindo aos pedaços, fez parte da minha distante adolescência. Foi ali que, numa noite de friagem em junho de 1974, eu e minha tia Marilene, a “Tia Bá”, literalmente invadimos a sala-de-estar repleta de gente importante para pela primeira vez confirmar, extasiados, que detrás daquela tela de vidro azulado da TV Colorado RQ havia vida. Vida em preto-e-branco, mas havia.

Nunca vou esquecer. Eu ia completar 15 anos e a “Tia Bá”, 21. Copa do Mundo da Alemanha. O jogo era Brasil e Iugoslávia (que mais tarde viraria Bósnia, Montenegro, Sérvia, lei lá o quê!). Com aceitável atraso de quatro dias, o “videotape” desembarcou aqui, graças ao corre-corre do polivalente radialista Campos Pereira, que também foi embora para sempre. Placar: 0 a 0. Mas a platéia do recinto cheio de cadeiras não se conformava e exigia pelo menos um gol da seleção canarinho. Que não saiu nem a pau!

Na tela de 24 polegadas, Rivelino, Leão e Jairzinho... Quase impossível acreditar. As orelhas quentes de emoção e surpresa. Como é que “os cara” tão lá na Europa e a gente vê tudo aqui, rapaz? De vez em quando, uma piadinha de mau gosto, que a dupla de “invasores” tirava de letra. O Miltão, goleiro do Juventus e hoje amigo e quase vizinho, disse mermassim: “Hein, Elísio, tu já pensou se a gente fosse cobrar ingresso dessa moçada que entrou aqui sem pedir?”. O Elísio (irmão do professor Elias) só fazia rir. Nem liguei. “Tia Bá” apenas me cutucou e bola pra frente...

No dia 21 de novembro daquele ano, minha mãe, irmã de “Tia Bá”, comprou em doze prestações um televisor Telefunken na extinta Casa Zeque. Tinha doze polegadas. “Do tamanho de uma caixa de fósforo”, como bem definiu meu colega “Pedro Caveira”, num compreensível rasgo de inveja. A bichinha era bem pequena, mas tinha o poder de reunir a vizinhança toda para assistir ao seriado “Marte Invade a Terra” e à telenovela “Meu Pedacinho de Chão”.

Daqui a pouco tenho de ir ao banco da Quintino Bocaiúva. E, como é caminho, outra vez vou dar uma espiada para o espaço vazio onde iniciei essa vida de viciado em TV. A diferença é que não pretendo mais invadir o lar de terceiros seduzido pelo incontido instinto da curiosidade. Tenho uma televisão “a cores”, maior que uma caixa de fósforo. De controle remoto. Em 35 anos a coisa mudou ou não para melhor? Mudou, claro que mudou.

“Tia Bá”, que acabou de comprar um aparelho “maceta”, com tela de plasma do tamanho da do Cine Acre, concorda comigo. Sua bênção, tia Bá!


* Jornalista
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sábado, 22 de novembro de 2008

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TRÊS HOMENS EM CONFLITO
Ennio Morricone - 1966


Uma sugestão de Marcela Barrozo
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quinta-feira, 20 de novembro de 2008

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Adivinhe o nome dos Filmes...


Numa cidade haviam muitas motos Yamaha e só duas Honda.
Qual o nome do filme?

'Poca Hondas'


O filho e o pai se despediram rapidamente.
Qual o nome do filme?

'Tchau Pai, Tchau Filho'


Uma moça usava um grampo que começou a enferrujar.
Ela então pediu a uma costureira que o forrasse.
Qual o nome do filme?

'Forre este Grampo'


Um menininho tinha um gatinho chamado Tido, que toda noite dormia num cestinho.
Um belo dia, o menininho foi procura-lo e não o achou.
Qual o nome do filme?

'O Cesto sem Tido'


Um homem aceitou um desafio de beber 1.000 latinhas de Coca-Cola de uma vez, ele tomou 999 latas e não agüentava mais.
Qual o nome do filme?

'Mil São Impossível'


Um anão tinha o lábio inferior muito grande. Quando ele andava, seu lábio balançava de um lado para o outro.
Qual o nome do filme?

'Anão que balança o beiço'


Era uma vez a pequena Marina que, para fugir da rotina da fazenda,resolveu pegar seu lindo pônei e ir passear nos campos silvestres. De repente, apareceu uma terrível manada de milhares de éguas em disparada e atropelou a menininha.
Qual o nome do filme?

'Vinte mil éguas sobre Marina'


O sujeito vai à feira e sai com uma alface escondida na sacola.
Qual o nome do filme?

'Alface Oculta'


Num lugar onde só existiam pizzas, as de aliche foram expulsas pelas de ervilha.
Qual o nome do filme?

'Aliche no país das más ervilhas'


Um chiclete conheceu uma chicletinha, se casaram e tiveram vários Chicletinhos.
Qual o nome do filme?

'A Família Adams'


Um casal de piolhos se amavam muito e tiveram diversos filhotes.
Qual e o nome do filme ?

'Lêndeas da Paixão'


Robin vivia enchendo o saco de seu irmão caçula. Até que este contou tudo
Para a sua mãe.
Qual e o nome do filme ?

'Bate, mãe, em Robin'


Um homem e uma mulher, ambos sem os dois braços, decidiram casar, e algum tempo depois tiveram filho.
Qual e o nome do filme ?

'Ninguém segura este bebê'


Um cara comeu um quilo de alho e depois escovou os dentes.
Qual e o nome do filme ?

'Mudança de hálito'


Para comprar uma bola, um homem teve que escolher entre a vermelha e a azul. Ele escolheu a vermelha.
Qual e o nome do filme ?

'Largou a Azul'



Um homem tinha como profissão cuidar de ursos. Certo dia ele largou a
profissão.
Qual o nome do filme ?

'O ex-ursista'


Numa festa de aniversario um menino insistiu com o pai para que pegasse uma bexiga para ele estourar. Qual o nome do filme ?

'Tó, estore!'


A Ana Maria Braga chamou a Hebe de perua.
Qual o nome do filme?

'Olha quem está falando!' ( boa! Rs)

Copiado do Copi-Cola
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quarta-feira, 19 de novembro de 2008

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By Marcos Vicentti


Profissional que se prese trabalha em qualquer lugar e em qualquer condição. Marcos Vicentti é um desses.

Marcão, como é conhecido, é um dos mais premiados fotógrafo acreano. Ninguém duvida de sua competência e sensibilidade para produzir boas imagens.
Apesar disso, ele não se furta nunca a atender o pedio de um amigo ou amiga como no caso dessa foto acima.

Aqui ele clica Val Sales que precisa de uma 3x4 para a emissão de um documento. Não é um estudio fotográfico com as condições ideais para produzir uma boa foto, mas, certamente, a foto vai ficar muito boa. Alguém duvida?
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terça-feira, 18 de novembro de 2008

sábado, 15 de novembro de 2008

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Eu te odeio, vírgula!


Beneilton Damasceno *

Nesses vinte e um anos de ofício como revisor de textos, uma infinidade de episódios já desfilou perante este par de olhos comprometidos pelo cansaço da leitura cotidiana. De verdadeiras obras-primas, peças literárias capazes de causar inveja a oradores como Cícero, a manifestações de extrema crueldade contra a língua materna, de tudo este amigo já provou.

Inveja dos bons, indignação, surpresa, cólera (de raiva mesmo), desespero são alguns dos sentimentos experimentados em duas décadas de uma profissão que não consegue estimular concorrentes, não por competência deste que vos fala, mas porque a rotina de revisor produz reações adversas que afugentam o mais saudável dos candidatos: gastrite, hipertensão, ansiedade, enxaqueca, impotência (incapacidade de modificar as coisas, certo?), falta de amor-próprio...

Mas esses benditos efeitos colaterais seriam facilmente atenuados não fosse a existência de um singelo sinal gráfico criado especialmente para confundir quem se habilita a escrever e ler. O nome desse inimigo mortal da humanidade, que pertence ao sexo feminino, chama-se “vírgula”. Ela jamais escondeu sua aversão aos que passam a vida a lhe puxar o saco, no interesse de agradá-la encaixando-a onde não cabe ou omitindo-a do lugar no qual deveria estar.

Professores, jornalistas, revisores, escritores, blogueiros, autodidatas, advogados (esta categoria merece um estudo à parte), autônomos e alfabetizandos, para não mencionar todos os pecadores do planeta Terra, há muito jogaram a toalha ao reconhecer a falta de afinidade com algo a princípio tão insignificante, mas poderoso o bastante para tornar a mensagem escamoteada ou ininteligível, fato que torna inócua a comunicação entre os racionais.

Aqui ou ali, pessoas inconformadas perguntam se a gramática não registra alguns “macetes” para o uso correto da vírgula. Na verdade, procura-se regra para todos os “males”, como se a manifestação escrita fosse uma eterna refém das noções de etiqueta impingidas pelo high society. Não, companheiros, não existem normas para o emprego da vírgula. Infelizmente! Os manuais apresentam algumas noções que podem orientar quem redige a adequar na escrita a entonação da voz. E pára por aí. A solução, portanto, é a leitura - de boas obras, bons jornais, boas revistas. O que tem demonstrado ser tarefa dolorosa para a maioria das pessoas.

Escrever um livro hoje é café pequeno. Qualquer cidadão rabisca um monte de palavras no Word da maneira que lhe der na telha, e pronto: vira logo escritor. Algo parecido se dá com essa profusão de assessores de comunicação do prefeito fulano, do doutor beltrano, do deputado sicrano. Empurram releases para as redações de jornais com todos os vícios de linguagem a que têm direito. E “capricham” na vírgula, que se vinga deles. E aí sobra para o revisor, que sempre é lembrado quando a anomalia cai no juízo popular. A salvação é que, ao contrário do árbitro de futebol, sua genealogia pelo menos é preservada.

Considerações finais: este revisor, que pelo modo como se comporta dá sinais de ser um sujeito completamente recalcado, aproveita o espaço e pede desculpas ao leitor se, nas entrelinhas, deixou escapar nomes, atitude que afronta a ética e o respeito ao próximo. É que a vírgula é isso, amigo: ela tem o poder de tirar do sério até os que sempre provam estar a seu favor, mesmo contra a vontade.

Portanto (vírgula) eu te odeio (vírgula) vírgula!


* Jornalista
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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

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Oba! O fim de semana chegou

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Pela saída do Henrique Afonso

Não sou petista, mas comungo com as idéias do partido e milito na esquerda há muito tempo. Admiro PT e suas bandeiras e a veemência de suas lideranças na defesa das causas populares e das minorias. Talvez essas características tenham sido as que fizeram ele um dos maiores partidos do país. Por tudo isso, creio que o PT é um partido onde não cabe reacionários, homens ou mulheres que prezam pelo conservadorismo ou que defendem questões que ofendem os direitos das minorias.


Outros dia recebi um release da assessoria do deputado federal Henrique Afonso, onde era relatada a intenção de setores do PT, mais especificamente o movimento de mulheres, de expulsá-lo por suas posturas contrárias ao aborto. Li e digo, por estas e por outras, como a posição do deputado com relação aos homossexuais, ele já devia ter sido expulso há muito tempo.


Não sou a favor de se fazer aborto, mas sou contra aqueles que negam à mulher esse direito. Aliás, acho até que esse assunto nem diz respeito aos homens, deveriam ser as mulheres a decidirem se o aborto é ou não legalizado no país. Nós, homens, não gestamos, não sentimos as dores do parto e não parimos. Raramente criamos os filhos diretamente e muitos se quer assumem a responsabilidade paterna, então deveríamos ser excluídos sumariamente desse debate.


Henrique tem se mostrado um parlamentar defensor do atraso, é um conservador nato, apesar de ter raízes no movimento social e militância aguerrida em partido comunista. Mas hoje, ao assumir tendências religiosas extremas, se coloca ao lado daqueles que incitam o preconceito, como no caso da sua aversão ao homossexualismo.


Acho que o deputado tem o direito de ter suas opiniões, todos nós temos. Mas homens como ele são formadores de opinião e, como tal devem se assumir a postura política de acordo com as questões que defende. Portanto, o PT não é o lugar de defender o não ao aborto ou muito menos o preconceito aos gays. Há outros partidos tão estreitos quanto o Henrique e lá ele poderá muito bem dizer até que mulher que vota é crime ou dizer que quer mandar para a fogueira as mulheres que fazem cura com ervas, mas no PT não.


Como deputado, Henrique Afonso faria muito mais para por fim ao aborto ao sugerir leis que beneficiassem às mulheres, facilitando o acesso aos programas de planejamento familiar, propondo aulas de educação sexual nas escolas e garantindo uma saúde de qualidade para as mulheres de todo o país, seja nos grandes centros urbanos, seja no interior carente desse país.


Se as intenções de Henrique Afonso são tão cristãs assim e se ele realmente está tentando preservar a vida, talvez devesse defender o direito ao aborto, pois não sabe ele que o aborto clandestino é uma das maiores causas de morte materna. O caso é mais sério em Estados do Norte e Nordeste, onde as informações chegam às meninas com maior atraso e maior distorção, onde o acesso à saúde é mais limitado e onde o preconceito é maior. Deputado, haja a favor da mudança desse triste quadro, ajude a evitar a morte de tantas mulheres.


No ano passado, o Partido dos Trabalhadores, durante o seu 3º Congresso Nacional, firmou pé na defesa do direito ao aborto. Essa foi uma das deliberações do encontro. Foi uma posição ousada e avançada que coloca o PT na linha de frente da defesa dos direitos da mulher das causas das minorias. O PT também se coloca na defesa do direito da diversidade, em quanto que Henrique Afonso não nega abertamente sua aversão aos gays.


Por tudo isso, creio não ser o PT o lugar de Henrique Afonso. Talvez a decisão de sair devesse ser tomada por ele, pois está em um lugar indigesto para suas concepções políticas e religiosas.


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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

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Extra, extra, extra!


Cientistas portugueses acabam de inventar uma pílula que combate à sede. Basta tomar uma com dois copos de água gelada que o paciente não sentirá sede por um período aproximado de duas horas.

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Desafios da medicina lusitana

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Teste para saber se você é GAY



São apenas 5 perguntas simples que irão, dependendo da resposta, dar um resultado definitivo quanto a sua masculinidade.


1ª Questão - Você acabou de usar o banheiro e então...

A) Você balança bem para não molhar a cueca.

B) Você balança, mas não se importa se molhar a cueca.

C) Você não balança.

D) Você enxuga com papel higiênico.


2ª Questão - Você está na fila do banco e dá aquela coceira. Então...

A) Você coloca a mão no bolso e coça.

B) Você coça disfarçadamente.

C) Você coça para todos verem.

D) Você não coça.


3ª Questão - Você está na rua e vê seu amigo numa briga. Então...

A) Você fica olhando, afinal ele está batendo.

B) Você tenta separar, brigar na rua é feio.

C) Você entra na briga dando um voadora.

D) Você sai correndo procurando ajuda.


4ª Questão - Você vê a namorada do seu amigo com outro e...

A) Você conta tudo pra ele depois.

B) Você cobre o cara de porrada.

C) Você cobre o cara e ela de porrada.

D) Você repara que ela está usando mini-saia.


5ª Questão - Você vê seu pai beijando uma mulher que não é sua mãe. Então...

A) Você deixa ele te ver e saber que você sabe.

B) Você fica olhando as pernas da gostosa.

C) Você tira fotos para suborná-lo depois.

D) Você começa a chorar.


Respondeu a todas as perguntas?
Se "não", volte e responda. O teste só vale se todas as questões forem respondidas.


Resultado:

Se você respondeu "D" a alguma questão você é: GAY

Se você respondeu "C" a alguma questão você é: GAY

Se você respondeu "B" a alguma questão você é: GAY

E finalmente, se você respondeu "A" a alguma questão claro que você é: GAY


Aprenda...

Homem que é homem não faz teste para saber se é gay.

Afinal, teste é coisa de viado.

Dica do Insoonia
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quinta-feira, 6 de novembro de 2008

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O amanhecer no Jordão

O rio Tarauacá às 7 horas da manhã de hoje

Aos poucos o sol expulsava a neblina
que cobriam as águas do rio

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terça-feira, 4 de novembro de 2008

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MegaRex - El Fuca Vermejo No
Mi Atropellará Jamás



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sábado, 1 de novembro de 2008

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Bom, ruim e terrível


BOM: Sua esposa está grávida.
RUIM: São trigêmeos.
TERRÍVEL: Você fez vasectomia ano passado e não contou prá ninguém.

BOM: Sua esposa não fala mais com você.
RUIM: Ela quer o divórcio.
TERRÍVEL: Ela é advogada.

BOM: Seu filho passou da puberdade.
RUIM: Ele está envolvido com a vizinha da frente.
TERRÍVEL: Você também está.

BOM : Seu marido entende de moda feminina.
RUIM: Usa a sua roupa..
TERRÍVEL: Fica melhor nele que em você.

BOM: Você decide dar aula de educação sexual para a sua filha.
RUIM: Ela te interrompe várias vezes.
TERRÍVEL: Corrigindo você.

BOM: Sua filha arranjou seu primeiro emprego.
RUIM: De prostituta.
TERRÍVEL: Seus colegas do futebol e do trabalho estão todos ficando clientes dela.
MAIS TERRÍVEL AINDA: Ela está ganhando 10 vezes mais que você e disse que vai reformar a casa e te dar um carro novo.

BOM: Você arranjou uma gata quente para bater papo via CHAT... Começou no erótico, partiu pra sacanagem e descambou para a ########### pura.
RUIM: não agüentando de tesão você resolve se revelar. Ela responde que conhece você muito bem e que não vai dar para continuar porque você não passa de um grande canalha e, ainda por cima, vai contar para a sua mulher!
TERRÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍVEL: Era sua sogra.

MORAL DA HISTÓRIA:
Tá ruim? Não reclama... Aprenda a sorrir de seus problemas e não terá razões para deixar de sorrir!
Loucura é fazermos sempre as mesmas coisas e esperarmos por resultados diferentes!
Lembre-se que um dia você já foi o espermatozóide mais esperto da turma!!!

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sexta-feira, 31 de outubro de 2008

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01. Atira se for homem.

02. Atravessa correndo que dá.

03. Ah, não se preocupe, o que não mata, engorda.

04. Fica tranqüilo que este alicate é isolado.

05. Sabe qual a chance de isso acontecer? Uma em um milhão.

06. Essa camisa do Palmeiras não é minha não….eu sou corintiano como vocês.

07. Adoro essas ruas pois são super tranqüilas.

08. Tem certeza que não tem perigo?

09. Nem acredito que vou saltar de pára-quedas! E, ó, eu mesmo que dobrei!

10. Aqui é o PT-965 decolando em seu primeiro vôo solo.

11. Confie em mim!

12. Aqui é o piloto. Vamos passar por uma ligeira turbulência.

13. Capacete? Imagina, tá calor.

14. Eu sempre mudei a temperatura do chuveiro com ele ligado…

15. Deixa comigo.

16. Desce desse ônibus e me encara de frente, sua bicha!

17. Você é grande mas não é dois!

18. Kung-Fu nada. Eu vou acabar com você.

19. Vamos lá que não tem erro.

20. Pode mexer. É Pitbull, mas é mansinho.


dica do Copi-Cola

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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

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O fim de semana chegou!

Aproveite, mas com responsabilidade


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quinta-feira, 23 de outubro de 2008

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A Morte dos Lactobacilos Vivos
Live Lactobacillus Dead




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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

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Uma fotografia amarelada
pelo tempo

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Outro dia, o Marcão me mostrou uma foto na qual apareciam os fundadores da Associação dos Jornalistas do Acre, a precursora do Sinjac. Identifiquei ali muitos rostos conhecidos, pessoas com quem me relacionava muito antes de enveredar pela profissão.

Aquelas eram as pessoas a quem admirava e que sonhava um dia ser profissionais como elas.

Certa feita, estava desempregado e encontrei o Tião Maia, que na época trabalhava no O Rio Branco. O jornal tinha sua sede na Avenida Ceará, próximo do antigo Serda, como era conhecido o extinto Serviço de Divulgação do Estado do Acre. No local hoje funciona uma funerária. Eu queria ser jornalista e o Tião me sugeriu trabalhar com ele no jornal e pediu que eu falasse com o Elzo Rodrigues, então diretor do jornal. O Tião me disse: “Vai lá, é fácil, basta responder àquelas perguntinhas: Quem? O quê? Onde? Quando? Por quê? e Como?”. Cheguei até a encontrar o Elzo, mas na hora de fincar pé na profissão eu amarelei. Mas a vontade de ser jornalista continuou anos depois até uma outra oportunidade, que não deixei escapar.

Essa introdução serve para mostrar como era que se tornava jornalista no Acre da década de 1980. Não tinha universidade para isso, tampouco processo de seleção. Ia trabalhar nos jornais quem tinha vontade e aptidão. A faculdade era a rua e a graduação se dava quando um texto era a manchete principal do jornal.

Assim se formou muita gente boa. Bons profissionais que atuam até hoje e que deixaram suas marcas nos anais da imprensa acreana. É para eles que o Prêmio José Chalub Leite deste ano está sendo feito. São os pioneiros do jornalismo no Estado e são eles que devem ser homenageados em tão importante momento.

Hoje eu convivo com muita gente que admirei lá atrás e ainda admiro hoje. Sinto-me grato por finalmente ter me tornado um jornalista, embora não tenha cursado uma escola formal para isso. Minha escola foi justamente a convivência com essas pessoas.

A formação acadêmica tão esperada por aqueles pioneiros só veio mais de uma década depois, já com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais, fundado há 20 anos, no dia em que aquela foto foi tirada. Com as faculdades de jornalismo, todos os anos novos profissionais são formados e estão atuando em diversos veículos.

Uma coisa não mudou desde que aquela imagem foi grafada em 1988: para fazer jornalismo tem que ter muita vontade. A profissão é estressante e desgastante. Maltrata o corpo e a mente. Mas é uma paixão que não conseguimos largar. O bom jornalista não sobrevive longe da notícia e não pensa em outra coisa que não seja a manchete do dia seguinte.

Quando iniciei como repórter, descobri que não queria fazer outra coisa na vida e hoje sinto como se nunca antes tivesse feito nada diferente, embora tenha atuado em muitas outras profissões desde que iniciei minha vida profissional aos doze anos.

Estou na área há mais de 15 anos e, aqui e acolá, me encontro com pessoas que iniciaram no jornalismo nos “tempos bicudos” e com outros que estão entrando agora. Percebo algo comum a todos, que é o desejo de contribuir, por meiodo jornalismo, para um Acre melhor. Tenho certeza de que essa é uma característica que vem de lá, lá do desejo daqueles homens e mulheres que enfrentaram as adversidades para criar um sindicato que se tornou um dos mais representativos do país. São eles, aqueles da fotografia, a quem hoje rendo homenagens, pois foram os que me inspiraram na vida de profissional.

Espero que continuem inspirando tantos outros que, assim como eu, têm nas veias o sangue contaminado pela pauta e pelas manchetes.

Publicado originalmente no jornal
"Mapinguari", do Sindicato dos Jornalistas
Profissionais do Acre (Sinjac)


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sábado, 18 de outubro de 2008

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Mais uma do Mineirinho ...


Seu Antônio, aproveitando a viagem pra Belo Horizonte, foi ao médico fazer um 'check-up'.
Diz-lhe o médico:
- Sr. Antônio, o senhor está em muito boa forma para 40 anos - diz o médico.
- E eu disse ter 40 anos?
- Quantos anos o senhor tem?! - indaga o médico.
- Fiz 57 em maio que passou.
- Puxa! E quantos anos tinha seu pai quando morreu?
- E eu disse que meu pai morreu?
- Oh, desculpe! Quantos anos tem seu pai?
- O véio manteiga tem 81!
- 81? Que bom! E quantos anos tinha seu avô quando morreu?
- E eu disse que ele morreu?
- Sinto muito. E quantos anos ele tem?
- 103, e anda de bicicleta até hoje!
- Fico feliz em saber. E seu bisavô? Morreu de quê?
- E eu disse que ele tinha morrido? Ele está com 124 e vai casar na semana que vem!
- Agora já é demais! - diz o médico revoltado. Por que um homem de 124 anos iria querer casar?
- E eu disse que ele QUERIA se casar?
Queria nada, ele engravidou a moça.

(direto do CoPi-CoLa)
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

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BARRIGA É BARRIGA...

por Arnaldo Jabour

Barriga é barriga, peito é peito e tudo mais. Confesso que tive agradável surpresa ao ver Chico Anísio no programa do Jô, dizendo que o exercício físico é o primeiro passo para a morte.

Depois de chamar a atenção para o fato de que raramente se conhece um atleta que tenha chegado aos 80 anos e citar personalidades longevas que nunca fizeram ginástica ou exercício - entre elas o jurista e jornalista Barbosa Lima Sobrinho - mas chegou à idade centenária, o humorista arrematou com um exemplo da fauna: A tartaruga com toda aquela lerdeza, vive 300 anos. Você conhece algum coelho que tenha vivido 15 anos?

Gostaria de contribuir com outro exemplo, o de Dorival Caymmi. O letrista compositor e intérprete baiano era conhecido como pai da preguiça. Passava 4/5 do dia deitado numa rede,bebendo, fumando e mastigando. Autêntico marcha-lenta, levava 10 segundos para percorrer um espaço de três metros. Pois mesmo assim e sem jamais ter feito exercício físico viveu 90 anos.

Conclusão: Esteira, caminhada, aeróbica, musculação, academia? Sai dessa enquanto você ainda tem saúde...

E viva o sedentarismo ocioso!!! Não fique chateado se você passar a vida inteira gordo. Você terá toda a eternidade para ser só osso!!!

Então: NÃO FAÇA MAIS DIETA!! Afinal, a baleia bebe só água, só come peixe, faz natação o dia inteiro, e é GORDA!!! O elefante só come verduras e é GORDOOOOOOOOO!!!

VIVA A BATATA FRITA E O CHOPP!!!

Você, menina bonita, tem pneus? Lógico, todo avião tem!

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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

domingo, 12 de outubro de 2008

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Jornalista brasileiro tem
mandado de prisão
decretado na Bolívia


O jornalista Alexandre Lima, proprietário do jornal eletrônico, OALTOACRE.COM, localizado na cidade de Brasiléia/Acre, fronteira com a Capital de Pando, Cobija, na Bolívia, passou a ser procurado pela polícia militar do Exército do País.

Clique aqui ou aqui para ler mais.
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Ufac realiza II Semana
Acadêmica de Comunicação


Gisele Lucena

Palestras, debates, oficinas e atividades culturais fazem parte da programação
Chargista é jornalista? Jornalismo e literatura é uma possibilidade ou encrenca? Jornalistas são os historiadores do presente? Essas e outras questões serão discutidas de 13 a 17 de outubro, durante a II Semana de Comunicação (Seacom), organizada pelos acadêmicos do 7° Período de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo da Universidade Federal do Acre - Ufac.

Cinco anos após a realização da primeira edição da Seacom, docentes, discentes, técnicos administrativos e colaboradores se unem em prol de um debate sobre as possibilidades e desafios que cercam a comunicação. Para Aleta Dreves, coordenadora do curso e mentora do projeto, essa é mais uma oportunidade de intercâmbio. "Um dos principais objetivos é promover a interação entre docentes e discentes na área, apresentando mais possibilidades de perguntas e respostas, além de promover a interação e o conhecimento".

Com o tema Comunicação - Possibilidades e Desafios a programação tem início na segunda-feira, 13, a partir das 19h, no auditório da Biblioteca Marina Silva com a palestra "Jornalismo, literatura e tecnologia: possibilidades ou encrencas? Parcerias ou impossibilidades?" do professor Mestre Luiz Gonzaga Capaverde (FGV e Faculdades 7 de Setembro - Fortaleza-CE).

Mas a programação é extensa e ao todo serão 12 oficinas, duas palestras, uma mesa-redonda e uma mini-oficina. As atividades reunirão acadêmicos, profissionais da área e alunos do ensino médio para uma discussão que deve ampliar os conceitos em relação ao futuro da graduação e da carreira.

Mão na massa – TV, Rádio, Fotojornalismo, Diagramação e Direito para Jornalistas são alguns dos temas que terão destaque durante as oficinas que acontecem nos dias 15 e 16. A vagas são limitadas, as inscrições são gratuitas e podem ser feitas nesta quinta e sexta-feira, das 15h às 21h, na Coordenação do Curso de Comunicação Social/Jornalismo da Ufac.

Programação Cultural – A II Seacom também conta com atividades artísticas. Na terça-feira, antes do início da Mesa Redonda, haverá uma apresentação de coreografia da Unidade de SwáSthya Yôga que também preparará aulas de alongamento, técnicas respiratórias e relaxamento para os participantes das oficinas. Na quinta, a partir das 21h, acontece mais uma realização do Circuito "A Cidade se Diverte" com participação das Bandas: Capuccino Jack, Blush Azul e Camundogs, na Ufac.

A II Semana de Comunicação é uma realização do Curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Acre, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários, Fundação de Cultura Garibaldi Brasil e Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Acre. Mais informações: 39012667 ou acesse: http://seacomufac.blogspot.com.


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quinta-feira, 9 de outubro de 2008

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Os puliça do Acre
devia ser assim


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A sacanagem rola
solta na natureza


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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

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Depois de nós
(Engenheiros do Hawaii)

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Hoje o tempo escorre dos dedos da nossa mão
Ele não devolve o tempo perdido em vão
É um mensageiro das almas dos que virão ao mundo
Depois de nós

[...]
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terça-feira, 7 de outubro de 2008

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Sem desculpas

Uma boa dica para o Whilley Araújo
que enrola a namorada há mais de quatro anos
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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

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G1 troca foto de Angelim

Clique na imagem para ampliar

O portal as empresas Globo, ao anunciar a vitória de Angelim no primeiro turno das eleições de Rio Branco, ainda na noite de domingo, deu uma "barrigada", ou seja, trocou a foto de Angelim por uma do candidato derrotado Sérgio Petecão.

Pouca gente notou, mas se isso acontece no Acre o mundo desabava. Os jornalistas teriam sido taxados de incompetentes, a última escória do mundo profissional e o veículo responsável pelo erro teria sido chamado de folhetim de banheiro de rodoviária.
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sexta-feira, 3 de outubro de 2008

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Um fim de semana
bem refrescante pra todos!


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Sem comentários


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quarta-feira, 1 de outubro de 2008

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Que maldade!

Na sala de espera de um grande Hospital, o médico chega para um cara muito nervoso e diz:
- Tenho uma péssima noticia para lhe dar... A cirurgia que fizemos em sua mãe...
- Ah!, ela não é a minha mãe... É a minha sogra, doutor!
- Nesse caso, então, tenho uma boa noticia para lhe dar!


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Tem filho da p* em todo lugar,
inclusive no reino animal




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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

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Valha-me Deus!

Ele vai rachar o quengo do Papa
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domingo, 28 de setembro de 2008

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Paternidade explícita



Conheci Alice há pouco mais de duas semanas. Já a tinha visto antes, mas nunca tinha lhe demonstrado nenhuma animosidade, nem ela a mim. De repente ela estava há poucos metros e pude olhar o seu belo rostinho. Percebi seu olhar brilhante, parecendo duas jabuticabas maduras e ela me olhou fixamente abrindo um sorriso cativante que fez apaixonar-me imediatamente. Aproximei-me e ela, sem nenhum constrangimento me estendeu os braços quase saltitando. Quando a segurei, suas mãos imediatamente me acariciaram a barba e os meus óculos quase foram tirados da cara com um gesto brusco. Mais do que isso, elas amassou o meu nariz e os seus dedinhos miúdos forçaram a entrada de minha boca como se nela estivessem escondidas todas as peraltices do mundo.

Esse momento me fizeram lembrar de Ana Paula, Lucas e Juliana, meus filhos. Paulinha, a mais velha, deve completar 23 anos em novembro; Lucas fez 12 em junho e já um rapazinho também. A mais nova, Juliana, fez 7 em setembro e é a única em que ainda posso apreciar brincadeiras e carinhos infantis. Mas Alice tirou do fundo de minha memória as sensações que fazem de um pai o ser mais feliz do mundo. Aquelas que só se sente quando um filho pequenino lhe puxa o cabelo ou mete o dedo no seu ouvido tentando perceber o que tem ali dentro. Paulinha gostava muito de botar a mão inteira na mina boca. Lucas gostava das brincadeiras de briga e Juli, ah, a Juliana, essa até hoje ainda gosta de me surpreender com cosquinhas no sovaco.

Alice tem dez meses, tem a pele clara e os cabelos loirinhos em cachinhos. Lembram os de Paulinha os da Juli. Por mais de uma hora brinquei com ela, fazendo caretinhas e rindo de suas estripulias. Nesse período ela nem deu confiança para o seu pai, Ronaldo, que no ofício de diagramador dava os últimos retoques nas páginas do jornal da edição de domingo. Sua mãe, Thiely, pesquisava alguma coisa na internet e seu irmão Vinícius Gabriel, saltava de cadeira em cadeira numa brincadeira frenética.

Já há algum tempo tinha decidido que não seria pai novamente. Três filhos me bastavam e que era a hora de vê-los crescer e esperar os netos. Mas Alice me fez ter vontade novamente de experimentar a paternidade.

Outro fato recente reforçou essa idéia. Acompanhei a ansiedade de um sobrinho meu que seria pai pela primeira vez. Sua filha se chamaria Sarinha, como já relatei aqui em outra oportunidade. Sarinha nasceu, mas teve poucos dias de vida. Acompanhei o sofrimento de seu pai e sua mãe na expectativa de que ela sobrevivesse à uma complicada cirurgia feita para corrigir uma má-formação descoberta somente após o parto. Infelizmente ela não resistiu às seqüelas e faleceu na terça-feira ultima.

A história de Sarinha marcou muito minha vida. Ela fortaleceu o instinto paterno existente em mim e reforçou ainda mais o desejo de ser pai novamente surgido a partir do contato com Alice.

Há mais tempo havia observado dois pais temporões e a felicidade que demonstraram ao ser pai quando, para muitos, já poderiam ser considerados senhores da terceira idade.

O primeiro é o antropólogo Terri Vale de Aquino. Quase todos os dias ele desfila aqui, em frente ao Página 20, na rua Marechal Deodoro, carregando nos ombros o seu rebento Nixiwaka, um menininho lindo e sorridente, simpático até o último fio de cabelo.

O segundo é ex-arbitro e técnico de futebol Ribamar Pinheiro de Almeida. Há menos de um ano ele se tornou pai novamente e hoje festeja com os filhos mais velhos o belo Murilo, o xodó de Marcela Barrozo, uma das filhas mais velhas de Ribamar.

São dois casos esplendidos de homens que deram novo sentido à vida com a paternidade. A emoção de ser pai é algo inconfundível. Cuidar, dar carinho e receber o carinho da prole fazem-nos perceber a grandeza da obra de Deus e dão ao homem a esperança de permanecer vivo, mesmo que seu corpo já se tenha ido. Esse também é o meu desejo.

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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

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Engenheiros do Hawaii
Piano Bar



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Engenheiros do Hawaii
Refrão de Bolero



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quarta-feira, 24 de setembro de 2008

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Forró no Brucutu



A sexta-feira passada, dia 19, foi noite de forró no Brucutu lanches. Um sanfoneiro arretado tocou o melhor do gênero e alegrou os presentes.

Nesta sexta o ritmo será outro. O melhor da MPB será executado a base de voz e violão. Mas na sexta, seguinte haverá forró novamente.

Para quem não sabe onde é, o Brucutu Lanches está localizado na rua Nossa Senhora da Conceição, em frente à igreja, no Calçadão da Gameleira.

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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

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Isso é o que eu chamo
de uma "tora"



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domingo, 21 de setembro de 2008

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Sara Vitória, o milagre da vida
e a minha eterna gratidão


Gratidão não é um bem. Não é algo que se planta ou que se colhe na hortinha do fundo do quintal. Não se encontra na feira ou no supermercado. Também não está na farmácia ou é um produto que se pede no catálogo da Avon ou que se recebe via Sedex depois da encomenda feita no Mercado Livre.

Gratidão vem de dentro como reconhecimento por um grande bem que alguém lhe fez, muitas vezes até sem lhe conhecer. O grato nutre para sempre o respeito e a admiração e agradece para sempre aquele ou aquela que se tornou seu benfeitor. A gratidão, porém, só vinga no peito dos humildes, dos que têm a capacidade de reconhecer o quanto alguém lhe foi solidário, solícito, respeitoso ou generoso.

Tenho gratidão por muita gente. Desde minha infância encontro pessoas boas a quem devo minha eterna gratidão. Muito do que sou ou do que tenho devo a elas e sei que nada que eu venha a fazer poderá pagar por isso, pois essa é outra característica da gratidão: dinheiro nenhum paga uma boa ação.

A gratidão é maior quando o bem feito não incide diretamente em nós, mas em um ente querido, alguém que muito amamos e que não queremos perder nunca. Nesse caso, nossa própria vida não seria o suficiente para pagar por esse bem.

Os três parágrafos acima reflete uma tentativa inútil de dizer a vocês leitores o quanto eu e minha família somos gratos há algumas pessoas, em especial ao subsecretário de Saúde, Sérgio Roberto e à médica Fernanda Maia. Devemos a eles a vida da pequena Sarinha, minha sobrinha-neta que nasceu às 14 horas do domingo passado.

Quem leu a minha última crônica, publicada no mesmo dia, deve lembrar que citei Sarinha e, embora tenha falado pouco dela, deixei claro o quanto ela era esperada.

Sarinha, agora registrada como Sara Vitória, veio ao mundo com uma má-formação. Ela tinha uma hérnia diafragmática que não foi diagnosticada durante o pré-natal.

Traduzindo em miúdos, os intestinos de Sarinha tomaram o lugar de um de seus pulmões fazendo-o atrofiar, empurraram o coração para o lado direito e impediram o diafragma, que é o músculo responsável pela respiração, de funcionar adequadamente. Faltou ar nos primeiros momentos de vida de Sarinha, mas uma prestigiosa médica a atendeu de pronto e lhe instalou em uma UTI neonatal. Foi essa mesma profissional que diagnosticou a hérnia ainda na tarde do primeiro dia de sua vida.

Durante quatro dias a morte soprava as narinas de Sarinha. Os médicos lhe davam poucas chances de vida. Quando ela entrou na sala de cirurgia na manhã de quinta-feira, acreditava-se que não sairia dali viva. Descobrimos que ela viveria para ser amada por seus pais, João e Andréia quando a médica Fernanda Maia e sua amiga, a cardiologista Melissa apareceram à porta do centro cirúrgico da Fundhacre com os polegares voltados para cima indicando o sucesso do milagroso ato que acabaram de cometer.

Sarinha vive e vai viver muito ainda!
Devo falar agora de Sérgio e Fernanda e como eles entraram e nossa vida. Sérgio eu conheço há muito tempo. Atuamos juntos na militância política e há muito fomos colega de redação, aqui no Página 20. Sérgio foi colega de faculdade de minha irmã, Conceição Cabral, que é avó de Sarinha. Os dois também trabalharam juntos por muito tempo na Secretaria de Educação. Conceição e Sérgio Roberto cultivam uma amizade longa que se fortaleceu ainda mais a partir de agora.

Fernanda conheci na quarta-feira, à tarde. Já tinha ouvido falar dela. Alguém disse na tarde de domingo que não deveríamos nos preocupar, que tudo daria certo, pois uma “tal médica” estaria chegando de viagem e faria a cirurgia de Sarinha. Era ela.
Fernanda é alta e bela. Tem uma voz suave e um rosto marcante. Quem a olha percebe de longe um certo brilho que envolve toda sua fisionomia. Mas ela surpreende quando fala. Não se esforça para argumentar, pois tudo que pronuncia passa segurança e convence a todos por sua capacidade intelectual e pela certeza de que é uma profissional mais que preparada para a missão que escolheu seguir na vida.

Fernanda se dispôs a operar Sarinha e suas mãos foram as responsáveis por trazê-la de volta à vida, como se ela fosse a parteira ou o obstetra que tantos partos faz.

Sérgio Roberto e Fernanda são os protagonistas principais de uma história que está tendo final feliz. Ele pelo apoio, pela prestigiosa ajuda e solidariedade; ela pelo milagre de saber salvar vidas. A ambos devemos muito mais do que a vida de Sarinha. A eles teremos eternamente uma profunda gratidão.

Que Deus os abençoe!


PS.: Os riscos à vida de Sarinha ainda não cessaram. Ela luta contra a hipertensão pulmonar, que é uma das seqüelas de sua má formação. Seu restabelecimento é gradual e cada hora é uma nova vitória. Há que agradecer aqui também a equipe médica que a acompanha no Hospital Infantil e também seria injusto não elogiar e agradecer os médicos que acompanharam Fernanda e Melissa na cirurgia de quinta-feira. São todos homens e mulheres maravilhosos, a quem eu e minha família seremos eternamente gratos.

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