sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

...
Acreano e não acriano!

Com extrema rapidez vi muita gente adotar o termo sugerido pela reforma ortográfica versão 2009 para designar os nascidos nas belas terras do Acre. Diz a nova regra que o correto é grafar “acriano” e não “acreano”, como já estávamos acostumados há mais de um século a designar o nosso gentílico. Os argumentos são de que a nova grafia vai facilitar a comunicação entre os países de língua portuguesa, que eles chamam de “lusófonos”.

Sou contra. Pra mim vamos ser sempre acreanos. Do pé rachado ou não, mas acreanos. Não vou adotar.

O termo acreano faz parte da nossa cultura. Ele já resulta de uma incorreção quando o seringalista João Gabriel, reconhecidamente tabaréu, lá pelo fim do século XIX, não acertou escrever o nome “Aquiri” e abarcou “Acre”, conforme reza a lenda. O termo, mesmo errado, foi o que ficou e nos fez acreanos e não a “aquirianos”. Ora bolas, já somos acreanos há mais de século, então por que mudar agora?

É uma questão de identidade, coisa que uma norma, uma lei ou uma decisão de “iluminados” filólogos jamais vai mudar.

...

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

...
Reforma ortográfica - o que mudou?


Pressupor - colocar preço em alguma coisa.

Missão - culto religioso com mais de três horas de duração.

Padrão - padre muito alto.

Estouro - boi que sofreu operação de mudança de sexo.

Democracia - sistema de governo do inferno.

Barracão - proíbe a entrada de caninos.

Homossexual - sabão em pó para lavar as partes intimas.

Ministério - aparelho de som de dimensões muito reduzidas.

Edifício - antônimo de “É fácil”.

Desviado - uma dezena de homossexuais.


Detergente - ato de prender seres humanos.

Armarinho - vento proveniente do mar.

Eficiência - estudo das propriedades da letra F.

Entreguei - estar cercado de homossexuais.

Conversão - papo prolongado.

Barganhar - receber um botequim de herança.

Fluxograma - direção em que cresce o capim.

Halogênio - forma de cumprimentar pessoas muito inteligentes

Expedidor - mendigo que mudou de classe social.

Luz solar - sapato que emite luz por baixo.

Cleptomaníaco - mania por Eric Clapton.

Tripulante - especialista em salto triplo

Viaduto - local por onde circulam homossexuais.

Contribuir - ir para algum lugar com vários índios.

Aspirado - carta de baralho completamente maluca.

Testículo - texto pequeno.

Cerveja - E o sonho de toda revista.

Regime Militar
- rotina de dieta e exercícios feitos pelo exercito.


Bimestre - indivíduo com dois títulos de mestrado

Caçador - indivíduo que procura sentir dor.

Suburbano - habitante dos túneis do metrô.

Volátil - avisar ao tio que você vai lá.

Assaltante - um “A” que salta.

Determine - prender a namorada de Mickey Mouse.

Pornográfico - o mesmo que colocar no desenho.

Coordenada - que não tem cor.

Presidiário - aquele que é preso diariamente.

Ratificar - tornar-se um rato.

Violentamente - viu com lentidão.

Diabetes - as dançarinas do diabo.

Desocupado - aquele indivíduo que leu esse texto por inteiro.

Copiado do FotoComédia.com
...

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

...
Agora é a minha vez



...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

...
A triste vida de milico


...

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

...
Minha tatoo

Venci o meu medo e hoje, pela manhã, realizei um desejo que há muito me perseguia, o de fazer uma tatuagem. Escolhi essa aí, a de uma aranha do tipo caranguejeira. O bicho é feio, mas a tatuagem ficou bonita.

Escolhi esse tipo de aranha justamente porque, desde pequeno, adquiri certa fobia contra aranhas caranguejeiras (apenas as aracnídeas, faço questão de frisar). Talvez essa seja a forma que encontrei para domar esse medo que me persegue há muito tempo.

Desde que me decidi fazer a tatuagem eu buscava um bom profissional. Pesquisei bastante até que fui informado sobre o Fred (fred.tattoo@hotmail.com), um amigo de minha sobrinha Carolina. Depois de sondar bastante, me senti confiante e o procurei. Acertei na mosca. O Fred é um excelente tatuador e passa muita confiança, o que é bom para quem quer fazer uma pela primeira vez.

Confesso a vocês que não foi fácil, mas foi prazeroso. A dor é forte e lacerante, mas creio que faze r tatuagem não teria graça se ela não estivesse presente. A dor faz parte do ritual, é como se fosse a dor da fusão de um novo espírito ao seu e, dela [a fusão], surge um novo ser em você, revigorado e mais consciente do seu papel na Terra.

Por tudo isso recomendo à aqueles que querem fazer uma tatuagem que a façam. É uma experiência inigualável e uma satisfação indescritível. Recomendo também o Fred, pois gostei do trabalho dele e de sua atenção com o cliente.

...







www.DrPepper.com.br

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009